Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo…
Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos
que não podem mais voltar… Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar
os pensamentos… Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente
para que revejamos a nossa vida… Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado… Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa
alma.
Francisco Buarque de Holanda
Estou maior feliz!!!!
Recebi esse selo carinhoso da Janaína – Alfarrábio – e estou mega emocionada. É como ganhar um prêmio…risos.
Muito obrigada!!!
Tenho que indicar para 10 pessoas, vou escolher blogs que leio e considero interessante e que me inspiram de alguma forma.
São eles:
- Já viu?!
P.S: Janaína, o seu blog é demais!!!
É isso.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir o meu coração. Não me façam ser quem eu não sou. Não me convidem a ser igual porque, sinceramente, sou diferente. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentira, não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei o mesmo sempre. É fácil evitar a crítica: não fale nada, não faça nada, não seja ninguém.
Depois de nem sei quanto tempo terminei de ler o livro: Simplesmente Lindo!!!!!!!!!!
História che
ia de vida e que me deu um aperto no coração, pois pensei em tudo que já tive e de tudo que (um dia) quero ter. Lembrei alegre e tristemente das 2 grandes amigas de quatro patas que tive na vida: Vanusa e Bolinha. A primeira surgiu na porta da minha casa numa noite chuvosa, toda suja e adoecida. Éramos cinco crianças e mesmo assim minha mãe não teve dúvidas e a resgatou lhe dando teto, comida e um lar. Ela fez parte da minha infância e, mesmo sendo pequena na época, me lembro de muitos momentos vividos com a Vanusinha. Não me perguntem qual a raça pois jamais saberei responder, ela simplesmente era uma Costa Leite. Lembro também o dia em que ela nos deixou, foi silenciosamente, parecia estar dormindo calma e tranquilamente. Que vazio e, por mais que o tempo passe, a lembrança e os bons momentos jamais são apagados e isso é incrivel.
Agora a Bolinha (que também desconheço a raça) foi o mimo, mas mimo, que já tivemos. Ela era engraçada, medrosa (tremia só de ouvir a voz do Galvão Bueno), mal humorada e companheira. Sempre estava comigo e eu sempre com ela. Tenho cinco irmãos e, acho eu, todos nós colocamos um nome diferente nela. Não sei mas, às vezes, acredito que o instinto animal vale mais do que a nossa inteligência. Na época em que tinhamos a Bolinha, minha irmã estava um tanto encantada por gatos e teve um ou dois. Uma gata branca que tivemos, por algum tempo, teve filhotes e adivinha só o que aconteceu?! A Bolinha adotou esses filhotes e não admitia que ninguém chegasse perto deles. Parece mentira, mas é a pura verdade. Ela acreditou que aqueles eram seus filhotes. Como esses animais nos surpreendem e torna impossível não amá-los. Infelizmente não sei o que houve com minha querida Bola, pois um dia sai de casa e quando voltei ela já não estava mais. Procurei por todos os cantos do bairro onde moro, mas ninguém viu e ninguém soube me dar uma pista. Até hoje guardo dentro de mim essa dúvida e vire e mexe aguardo uma resposta pois, por mais triste que seja ver seu cão (ou qualquer outro animal de estimação) morrer ou ter que colocá-lo para dormir, chegar em casa e não tê-lo por perto e não saber o que houve com ele, se está bem ou não, te causa uma angústia maior, afinal é um membro da família. Imagina só um irmão seu sumir do nada e você nunca descobrir o que houve com ele? Sei que esse tipo de comparação – animal X humano – causa um pouco de mal estar e algumas pessoas defendem a idéia de que nossa vida é mais valiosa do que a de qualquer outro animal (já aviso que discordo desse pensamento), pra mim não há diferença, pois todos somos obras de Deus e merecemos o mesmo respeito, por isso me sinto no direito de comparar minha pequena cachorrinha com um ser humano.
A D O R E I Marley e Eu!!! Uma história de amor, companheirismo, amizade e respeito. Acredito que esses são os sentimentos que mais importam em um relacionamento. Leiam, sonhem, chorem e se emocionem.
Agora estou pronta para assistir o filme.
Sou ansiosa ao extremo. Minhas mãos são horrorosas porque tenho mania de roer as unhas. Quando fico irritada a primeira coisa que me vem a mente é um palavrão, que certamente vai sair pela minha boca 1 segundo depois. Sou totalmente impaciente e essa impaciência me faz ser intolerável para algumas pessoas. Não sei disfarçar sentimentos. Se gosto de alguém, demonstro e falo. Se não gosto, posso até conviver, mas não teremos nenhum tipo de intimidade, além do, básico, oi e tchau. Puxa saco comigo não tem vez, essa prática não faz parte da minha vida. Sou vaidosa, mas não sou mulherzinha. Não sei passar o dia inteiro de salto alto e continuar com a postura impecável até o fim. Não sou de fazer confidências, prefiro ouví-las. Tenho pouca tolerância com mentiras, principalmente com as que nem são necessárias. Valorizo minhas poucas amizades e sou sincera com elas e espero e cobro o mesmo. Pra mim, confiança quebrada é confiança perdida. Ando descabelada e quase nunca uso maquiagem. Sou chorona, queria não ser, mas sou. Quero muito ser amada e saber que alguém necessita da minha presença e vida. Não tenho desejo, ainda, pela maternidade e nem pelo casamento, apesar de achar lindo uma família reunida na mesa do jantar, falando sobre o seu dia. Brigo diarimente comigo mesmo. Gosto de pessoas reais e não de fakes. Odeio gente que maltrata animal, ou melhor, odeio quem maltrata qualquer ser vivo. Sou um tanto revoltada com a raça humana, somos bem egoísta e maldosos. Detesto visita que aparece de surpresa. Não sou de muita conversa de manhã, mas não acordo de mal humor. Prezo a boa eduacação e, por isso, por favor, obrigado, desculpas, são palavras presentes no meu dia-a-dia. Odeio injustiça, arrogância e prepotência. Não gosto de gente, sempre, politicamente correta. Não acredito que exista pessoas que sempre são de um jeito, que não tem altos e baixos e vivem com um sorriso no rosto. Acredito em otimismo e me considero otimista, mas como diz o poeta: “Rir de tudo é desepero”.
Eu sou assim. Chata pra alguns, legal para outros. Não faço questão de agradar pessoas que me desagradam. Quero agradar as pessoas que amo e que fazem sentido na minha vida.
1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
Sou viciada em pão, batata frita e doce. Dessas 3 opções sou mais fascinada por pão. Como, como e como sem parar e sem limite. Hummmmmmmmmmmmmm… Adoro!!!!
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
Graças a Deus esse não é um pecado tão presente em minha vida. Minhas cobiças materiais, que não são exageradas, são por sapatos, bolsas, roupas e aparelhos eletrônicos. Não é nenhuma compulsão, mas gosto de gastar meu dinheiro com essas coisas.
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
Tenho inveja de pessoas livres, ou aquelas que pelo menos fingem ser livres ou tem atitudes de liberdade. Que não tem medo de falar o que pensa e sente, doa a quem doer. Como já disse em um post antigo, tenho inveja do Dr. House. Tenho inveja também de pessoas bondosas e desapegadas. Pessoas que são bondosas sem esperar nada, simplesmente são.
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
Coisa que me irrita é burrice, mas não a burrice da ignorância, e sim a burrice do desinteresse. Não suporto gente que tem preguiça de pensar. Outra coisa que me tira do sério e me deixa sem paciência é gente arrogante e com ar de superior. Não aceito e não engulo e não faço a menor questão de fingir entendimento dessas atitudes
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
Acho que sou soberba quando tenho conhecimento de algo. Chego achar que ninguém vai conseguir ter o mesmo conhecimento que eu. Sei lá, é algo inconsiente, não faço por mal, só acredito que o meu conhecimento nunca poderá ser superado, apesar de saber que isso não procede.
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
Kkkkkkkkkkkk… acho que este vou passar. Como diz sábia Copélia: “Prefiro não comentar”. Que vergonha.
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.
Morro de preguiça de fazer serviços domésticos: lavar, passar, cozinhar, varrer, arrumar cama, lavar banheiro… já estou cansada só de pensar. Eita serviço chato de ser feito.





